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terça-feira, 20 de maio de 2008

irracionalidade...

Até 2009 haverá até 25 unidades de saúde privadas Mais um hospital privado abriu ontem as portas em Lisboa naquilo que promete ser uma tendência imparável no panorama da saúde portuguesa. Ao Hospital dos Lusíadas, da HPP ( Grupo Caixa Geral de Depósitos) deverá seguir-se a abertura de mais 20 a 25 unidades hospitalares privadas até 2009, de acordo com as intenções já manifestadas pelos diferentes operadores privados. Isto sem contar com o projecto Casa da Saúde que, a partir do momento em que for licenciado, deverá alterar substancialmente o cenário, sobretudo nos cuidados continuados, com unidades em todas as capitais de distrito.

Notícia Completa no DN

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Faltam é regras claras para acabar com a promiscuidade entre público e privado

Pedro Nunes, bastonário da Ordem dos Médicos defendeu hoje que a gestão e "a falta de sensibilidade" da anterior equipa do Ministério da Saúde acabou com aspectos que "prendiam os médicos na função pública, mesmo contra os seus interesses económicos".

Notícia Completa no Público


Concelho de Vila Franca de Xira tem mais de 30 mil pessoas sem assistência de médico de família

Público 23.04.2008

Mais de 30 mil habitantes do concelho de Vila Franca de Xira não têm actualmente médico de família, segundo uma moção aprovada, por unanimidade, em recente sessão da Assembleia Municipal vila-franquense.
O órgão deliberativo exige a colocação dos médicos necessários nas quatro extensões e nos quatro centros de saúde do concelho e a rápida conclusão dos processos de construção das novas unidades de saúde de Vila Franca de Xira e da Castanheira do Ribatejo. Para hoje está marcada a assinatura do contrato-programa para a construção do novo Centro de Saúde vila-franquense, que contará com a presença da ministra Ana Jorge. A obra vai ser desenvolvida pela Câmara, a Norte da cidade, recebendo depois as verbas da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT) mediante a apresentação dos respectivos autos.
Uma das moções aprovada em sede de Assembleia Municipal considera que o impasse que tem rodeado a construção das novas instalações da extensão de saúde da Castanheira - iniciada há mais de sete anos e que deverá ser agora entregue a um terceiro empreiteiro, depois de sucessivos problemas - "evidencia preocupantes sintomas de desprezo e de desrespeito quer pelos profissionais de saúde que ali trabalham, quer pelos cidadãos". Exige, por isso, à ARSLVT "o imediato recomeço das obras da extensão de saúde da Castanheira, para que sejam abertas num curto espaço de tempo".
Outra moção sustenta que "há seguramente mais de 30 mil pessoas que não têm acesso a médico de família" no concelho de Vila Franca, onde vivem cerca de 140 mil habitantes.
Considerando que esta situação, "para além de acarretar muitos problemas às pessoas que não têm médico de família, contraria a própria Constituição da República e não se coaduna minimamente com o Portugal de Abril, a Assembleia Municipal vila-franquense decidiu, por unanimidade, reclamar a colocação dos médicos necessários nas unidades de saúde locais.

sexta-feira, 18 de abril de 2008

Ordem para cortar pessoal chega aos hospitais do SNS

O Ministério da Saúde deu ordens aos hospitais do Serviço Nacional de Saúde (SNS) para iniciarem procedimentos com vista à aplicação do regime de mobilidade especial, mas a administração do S. Teotónio recusa “dispensar” pessoal.

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quarta-feira, 16 de abril de 2008

Falta de médicos suspende urgências

Os hospitais portugueses estão a debater-se com uma crescente falta de médicos ao nível das urgências. Em alguns casos, "os hospitais chegam a ter de suspender a urgência em determinadas especialidades, durante uma semana a 15 dias, por falta de médicos, sobretudo no Verão", disse Correia da Cunha, director clínico do Hospital de Santa Maria. A falta de recursos humanos é um problema que a própria ministra da Saúde, Ana Jorge, reconhece, apontando requalificação como solução.

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sexta-feira, 11 de abril de 2008

Faltam Médicos de Família em Benavente

A falta de médicos no Centro de Saúde de Benavente vai levar o presidente da Câmara Municipal de Benavente, António Ganhão, a pedir uma reunião com carácter de urgência à Administração Regional de Saúde.
A garantia foi dada pelo autarca na última sessão de câmara realizada na segunda-feira, 7 de Abril. O Centro de Saúde de Benavente tem apenas três clínicos aos serviço, quando já chegou a ter o dobro, garantiu o autarca que se reuniu com a directora da unidade de saúde para perceber as principais dificuldades.

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quinta-feira, 10 de abril de 2008

preço da interioridade?

A falta de médicos no Hospital de Beja impede que a Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) esteja permanentemente operacional. Segundo apurou o DN, "desde o início do mês de Abril, no período entre as 08.00 e as 16.00, o veículo esteve parado devido à falta de profissionais".

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sábado, 5 de abril de 2008

falta política de recursos humanos ao SNS III

As unidades de saúde familiares apenas atenuam a falta de clínicos gerais, um problema que tende a perpetuar-se porque os jovens médicos fogem de uma especialidade considerada mal paga, admitiu hoje o responsável pela reforma do sector.
"Não podemos escamotear as evidências, é óbvio que há falta de médicos de família e que temos de resolver isso, porque há um número significativo de pessoas que não têm médico de família", afirmou o presidente da Associação Portuguesa de Médicos de Clínica Geral (APMCG) e coordenador da Missão para os Cuidados de Saúde Primários, à margem de uma reunião de associações europeias de medicina familiar que decorre hoje em Lisboa.

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quinta-feira, 27 de março de 2008

Mais precariedade, menos saúde...!

Há 8 anos atrás, quando iniciei o meu curso de Medicina, juntamente com mais 90 colegas, todos tínhamos a certeza que as carreiras públicas no SNS estavam garantidas para toda a vida. Estávamos irredutíveis na convicção inabalável de que a progressão na função pública era fácil e que a formação contínua ao longo da vida seria feita nos hospitais do Estado. Sabíamos ainda, com o descanso de quem adivinha o futuro, que isso dos contratos a prazo era só para “os do privado”.

Texto de Bruno Maia, no blog Precári@s Inflexíveis

Há oftalmologistas, falta é articular o Serviço Público...

Com cerca de 700 oftalmologistas a exercer, Portugal tem capacidade para responder às necessidades da população sem ter que recorrer a expedientes extremos como enviar pacientes para fora do país. A conclusão é do grupo de trabalho encarregue pelo ex-ministro da Saúde de avaliar a situação do país e propor soluções que resolvam a lista de espera para consultas de oftalmologia nos hospitais eram 116 mil em Dezembro, segundo a Inspecção-Geral das Actividades em Saúde e 107 mil em Janeiro, segundo os peritos que desenharam o retrato nacional. E as soluções apresentadas esta semana à nova ministra passam por recorrer a novas formas de organização.

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terça-feira, 25 de março de 2008

Falta política de recursos humanos ao SNS - II

O bastonário da Ordem dos Médicos, Pedro Nunes, traça um panorama negro do serviço de saúde, onde identifica uma "total desarticulação" num sistema que "não tem outro remédio" senão pagar a determinados médicos especialistas o que estes exigem.

"A desarticulação é total e com perspectivas muito graves", disse Pedro Nunes à Agência Lusa. Para o bastonário, a aplicação de uma lógica puramente económica leva a que, dada alguma carência de médicos especializados em várias áreas, estes acabem por cobrar os preços que querem sem qualquer regulamentação.

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Falta política de recursos humanos ao SNS

Ordem alerta para excesso de alunos de Enfermagem a ter formação prática nos serviços de saúde
Público, 25 de Março de 2008

Numa enfermaria de um hospital estão internados 24 doentes, há quatro enfermeiros que lhes prestam cuidados e que, ao mesmo tempo, têm que tutelar a aprendizagem de 15 estudantes universitários de enfermagem. A situação é imaginada mas outras como esta acontecem nos serviços de saúde portugueses e podem implicar a falta de qualidade formativa em cursos de enfermagem, alertou ontem a bastonária da Ordem dos Enfermeiros, Maria Augusta de Sousa, numa reunião que teve com o ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Mariano Gago.
Há cerca de 15 mil alunos de Enfermagem nos quatro anos de curso, metade do seu tempo de aprendizagem tem que ser dedicado ao ensino clínico, com a prática directa em serviços de saúde, explica a bastonária. "Hoje há um número excessivo de estudantes para a capacidade de resposta existentes nos serviços", nota.
Na primeira quinzena de Abril a Ordem dos Enfermeiros comprometeu-se a identificar as situações em que o problema mais se coloca para as dar a conhecer ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior.
As decisões a tomar caberão à tutela, refere Maria Augusta de Sousa. Se se comprovar que não há condições para dar esta parte da formação obrigatória com qualidade, a solução pode passar pela diminuição das vagas para Enfermagem no ensino superior. A responsável reforça que a falta de qualidade da oferta formativa pode ter "repercussões na prestação de cuidados.
"Na nossa opinião há situações acima do que é aceitável, em que o número de alunos nos serviços é superior à sua capacidade de resposta", sublinha. O ponto da situação que a ordem vai entregar ao ministério prevê o balanço da oferta formativa "com a nova reorganização de serviços de saúde", ou seja, já depois dos fechos.
A desadequação da oferta formativa não implica, segundo a bastonária, um excesso destes profissionais de saúde face às necessidades da população. Pelo contrário, há carências.
Por ano saem das cerca de 40 escolas de enfermagem do país à volta de três mil licenciados, uma grande percentagem tem dificuldades em arranjar emprego a seguir ao curso.

segunda-feira, 24 de março de 2008

precariedade=falta de qualidade

"Estivemos esta quarta-feira (19 de Março) na Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, para mais um debate do ciclo 'Os Precários não se calam'.
Desta vez, o mote foi a precariedade na saúde.
Convidámos três pessoas para falarem connosco. Uma médica, uma aluna de Medicina e uma enfermeira.
A conclusão do debate foi: a precariedade está a chegar à saúde "

mais informação no Blog d@s Precári@s Inflexíveis

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

Enfermeiros: Ordem apela a ministra reforço de profissionais nos centros de saúde

A Ordem dos Enfermeiros apelou hoje à ministra da tutela, Ana Jorge, para que seja reforçado o número destes profissionais nos centros de saúde, invocando que estes têm um défice de quatro mil enfermeiros.

Notícia na Lusa