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terça-feira, 20 de maio de 2008
irracionalidade...
Até 2009 haverá até 25 unidades de saúde privadas Mais um hospital privado abriu ontem as portas em Lisboa naquilo que promete ser uma tendência imparável no panorama da saúde portuguesa. Ao Hospital dos Lusíadas, da HPP ( Grupo Caixa Geral de Depósitos) deverá seguir-se a abertura de mais 20 a 25 unidades hospitalares privadas até 2009, de acordo com as intenções já manifestadas pelos diferentes operadores privados. Isto sem contar com o projecto Casa da Saúde que, a partir do momento em que for licenciado, deverá alterar substancialmente o cenário, sobretudo nos cuidados continuados, com unidades em todas as capitais de distrito.
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André
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11:51
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quarta-feira, 14 de maio de 2008
Privado é sinónimo de qualidade?
Mais de três mil reclamações foram enviadas para a Entidade Reguladora da Saúde em 2007 por utentes de prestadores de cuidados de saúde privados e sociais, algumas "sem fundamento" e outras "muito graves", segundo o presidente do organismo. Tempos de espera, qualidade de assistência administrativa e de assistência de cuidados de saúde são os principais motivos das reclamações dos utentes dos prestadores de cuidados de saúde privados e sociais e que, por lei, têm de ser encaminhados para a ERS.
In Público, 14 de Maio de 2008
In Público, 14 de Maio de 2008
sexta-feira, 18 de abril de 2008
Taxas moderadoras dão receita de 71 milhões de euros
O Ministério da Saúde divulgou que os portugueses gastaram, no ano passado, um total de 71,14 milhões de euros em taxas moderadoras, sendo que mais de dois milhões de euros se referem às novas taxas de internamento, em vigor desde Abril de 2007.As novas taxas de internamento tiveram um valor inicial de cinco euros por dia de internamento, até um limite de dez euros, e de dez euros por cirurgia de ambulatório. Entretanto, os valores foram actualizados, situando-se agora nos 5,10 euros, no primeiro caso, e nos 10,20 euros no que diz respeito à cirurgia de ambulatório.
Conforme refere a agência Lusa, citada pelo semanário Sol, as taxas moderadoras de cirurgia de ambulatório estão registadas e cobradas no módulo do Meios Complementares de Diagnóstico e Terapêutica (MCDT), tendo registado uma cobrança de 15,94 milhões de euros no ano passado.
Conforme refere a agência Lusa, citada pelo semanário Sol, as taxas moderadoras de cirurgia de ambulatório estão registadas e cobradas no módulo do Meios Complementares de Diagnóstico e Terapêutica (MCDT), tendo registado uma cobrança de 15,94 milhões de euros no ano passado.
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16:02
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quarta-feira, 16 de abril de 2008
Selecção Adversa
Um utente de uma clínica fisiátrica no Norte do país queixou-se à Entidade Reguladora da Saúde (ERS) depois de ter esperado mais tempo para ser atendido, por ser do Sistema Nacional de Saúde (SNS), do que doentes particulares e de outras entidades com quem a unidade privada tem acordo. A ERS deu razão ao reclamante e detectou, em contratos assinados com seguradoras de saúde, "cláusulas abusivas" que exigem "tratamento preferencial e prioritário dos seus utentes".
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12:06
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Estudo mostra que hospitais-empresa são mais eficientes
Público, 16 de Abril de 2008
Os hospitais empresarializados (EPE) apresentam ganhos de eficiência face aos hospitais que se mantiveram no sector público administrativo (SPA), mas os efeitos desta reforma estão longe de ser expressivos. Em síntese, esta é a conclusão de um estudo sobre a reforma do sector hospitalar público feito pelo Banco de Portugal e publicado no seu último Boletim Económico.
"É mais uma peça de evidência para ir formando uma convicção. Os EPE introduziram alguma melhoria em termos de gestão, embora não muito pronunciada", comenta o especialista em economia da saúde Pedro Pita Barros, lembrando estudos anteriores que apontaram no mesmo sentido.
O Banco de Portugal quis avaliar os impactos da reforma do sector hospitalar público apenas sobre a eficiência técnica, sem considerar indicadores de qualidade ou de discriminação de acesso, analisando o desempenho relativo dos hospitais-empresa em comparação com os do SPA, antes e depois do processo de empresarialização, no período compreendido entre 2001 e 2005. A empresarialização iniciou-se no final de 2002.
Na amostra dos hospitais EPE analisados, 18 melhoraram a sua posição relativa, cinco mantiveram-na e quatro pioraram; já no grupo do sector público administrativo, foram 14 os hospitais que melhoraram, 14 os que não registaram variação e nove os que pioraram.
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"É mais uma peça de evidência para ir formando uma convicção. Os EPE introduziram alguma melhoria em termos de gestão, embora não muito pronunciada", comenta o especialista em economia da saúde Pedro Pita Barros, lembrando estudos anteriores que apontaram no mesmo sentido.
O Banco de Portugal quis avaliar os impactos da reforma do sector hospitalar público apenas sobre a eficiência técnica, sem considerar indicadores de qualidade ou de discriminação de acesso, analisando o desempenho relativo dos hospitais-empresa em comparação com os do SPA, antes e depois do processo de empresarialização, no período compreendido entre 2001 e 2005. A empresarialização iniciou-se no final de 2002.
Na amostra dos hospitais EPE analisados, 18 melhoraram a sua posição relativa, cinco mantiveram-na e quatro pioraram; já no grupo do sector público administrativo, foram 14 os hospitais que melhoraram, 14 os que não registaram variação e nove os que pioraram.
sexta-feira, 11 de abril de 2008
Faltam Médicos de Família em Benavente
A falta de médicos no Centro de Saúde de Benavente vai levar o presidente da Câmara Municipal de Benavente, António Ganhão, a pedir uma reunião com carácter de urgência à Administração Regional de Saúde.
A garantia foi dada pelo autarca na última sessão de câmara realizada na segunda-feira, 7 de Abril. O Centro de Saúde de Benavente tem apenas três clínicos aos serviço, quando já chegou a ter o dobro, garantiu o autarca que se reuniu com a directora da unidade de saúde para perceber as principais dificuldades.
A garantia foi dada pelo autarca na última sessão de câmara realizada na segunda-feira, 7 de Abril. O Centro de Saúde de Benavente tem apenas três clínicos aos serviço, quando já chegou a ter o dobro, garantiu o autarca que se reuniu com a directora da unidade de saúde para perceber as principais dificuldades.
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14:45
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segunda-feira, 31 de março de 2008
Bombeiros afirmam que rede de ambulâncias discrimina interior do país
A actual rede de ambulâncias discrimina os cidadãos do interior do país, denuncia a Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP), que hoje entrega ao Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) um memorando sobre as necessidades dos serviços de socorro.
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quinta-feira, 27 de março de 2008
33 mil utentes recusaram vales para cirurgias
Ligação a médicos ou mau 'timing' são razões apontadas Nos últimos três anos, quase 33 mil doentes recusaram ser operados fora do seu hospital de origem, rejeitando a utilização dos chamados vales-cirurgia em hospitais privados ou do sector social. Em causa estão três grandes motivos, um dos quais "o facto de os doentes gostarem dos seus médicos", afirma Pedro Gomes, coordenador do Sistema Integrado de Gestão de Inscritos para Cirurgia (SIGIC). Os doentes com situações menos críticas são os que optam por se manter nas listas de espera.
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Há oftalmologistas, falta é articular o Serviço Público...
Com cerca de 700 oftalmologistas a exercer, Portugal tem capacidade para responder às necessidades da população sem ter que recorrer a expedientes extremos como enviar pacientes para fora do país. A conclusão é do grupo de trabalho encarregue pelo ex-ministro da Saúde de avaliar a situação do país e propor soluções que resolvam a lista de espera para consultas de oftalmologia nos hospitais eram 116 mil em Dezembro, segundo a Inspecção-Geral das Actividades em Saúde e 107 mil em Janeiro, segundo os peritos que desenharam o retrato nacional. E as soluções apresentadas esta semana à nova ministra passam por recorrer a novas formas de organização.
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André
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11:15
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sábado, 22 de março de 2008
Acesso = Qualidade
O aumento do número de utentes em espera por uma primeira consulta de especialidade nos hospitais é uma das principais conclusões do último relatório da Inspecção-Geral das Actividades em Saúde (IGAS).
O relatório refere dados de 2007 e mostra que dez especialidades médicas são responsáveis pela esmagadora maioria (quatro quintos) da lista de inscrições para primeiras consultas nos hospitais públicos, sendo o caso da oftalmologia o mais preocupante, com 116 mil inscrições registadas no final de Dezembro passado.
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