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terça-feira, 20 de maio de 2008

irracionalidade...

Até 2009 haverá até 25 unidades de saúde privadas Mais um hospital privado abriu ontem as portas em Lisboa naquilo que promete ser uma tendência imparável no panorama da saúde portuguesa. Ao Hospital dos Lusíadas, da HPP ( Grupo Caixa Geral de Depósitos) deverá seguir-se a abertura de mais 20 a 25 unidades hospitalares privadas até 2009, de acordo com as intenções já manifestadas pelos diferentes operadores privados. Isto sem contar com o projecto Casa da Saúde que, a partir do momento em que for licenciado, deverá alterar substancialmente o cenário, sobretudo nos cuidados continuados, com unidades em todas as capitais de distrito.

Notícia Completa no DN

terça-feira, 13 de maio de 2008

vendo bem...

A estratégia da HPP é um pouco autofágica: este grupo empresarial, que tem como um dos principais accionistas a CGD (que por sua vez, é detida pelo Estado), continua a investir em grande para competir com o sector público no SNS...
este é só mais um exemplo

quinta-feira, 17 de abril de 2008

Pisco Contra-ataca

Ministra da Saúde cede a exigências de Luís Pisco
In Público, 17.04.2008

Em menos de 24 horas, a ministra da Saúde, Ana Jorge, passou de um pedido expresso de colaboração aos membros da Unidade de Missão para os Cuidados de Saúde Primários para a aceitação da demissão de oito dos 12 elementos que integram aquela unidade. Oficialmente, ninguém avança razões para este volte-face da ministra, mas o PÚBLICO apurou que na origem da decisão esteve uma tomada de posição do próprio coordenador nacional, Luís Pisco. Este responsável, que recuara na intenção de se demitir, voltou a confrontar a ministra com essa decisão, caso Ana Jorge mantivesse a confiança naqueles oito elementos da equipa, que já tornaram públicas as suas reservas sobre as reformas de que a unidade de missão está incumbida. "Desejaríamos que a unidade de missão continuasse unida e em condições de operacionalidade, mas isso não foi possível, pelo que cabe agora ao coordenador nacional apresentar a nova equipa nos primeiros dias da próxima semana", declarou o secretário de Estado da Saúde, Manuel Pizarro, deixando elogios aos membros demitidos.
O BE acusou a ministra de ter "apoiado o pior lado, o lado da contra-reforma". "A decisão significa dar luz verde para o aparelho do PS controlar as centenas de nomeações para os futuros agrupamentos de centros de saúde, operação para a qual a missão era um obstáculo", denuncia o deputado João Semedo. Por seu lado, o PSD quer Luís Pisco no Parlamento para explicar as razões que o levaram a recuar no pedido de demissão.

Então e as contas em atraso?

O grupo Mello, que actualmente detém a gestão do Hospital Amadora-Sintra (HAS), diz que a instituição é um modelo de eficiência e de qualidade na prestação de serviços de saúde a nível nacional, refutando assim a política do Governo que a partir de 1 de Janeiro de 2009 chamará novamente a si a gestão do hospital.

Notícia Completa

sexta-feira, 11 de abril de 2008

As PPP revelam-se

há umas semanas anunciava-se que as PPP iriam poupar ao estado 777 milhões, mas afinal parece que alguém mudou de ideias...


Governo orçamenta PPP na saúde com almofada de 982 milhões de euros

Jornal de Negócios, 11 de Abril de 2008

Os custos que o Estado terá nas quatro parcerias público-privadas (PPP) já lançadas para a construção e gestão de novos hospitais (Cascais, Braga, Vila Franca de Xira e Loures) poderão ser bem mais altos do que o previsto nos concursos.
O Orçamento do Estado para 2008 estima em 5.557 milhões de euros os custos finais com estas PPP até 2038, mas esse valor ultrapassa em 982 milhões de euros as verbas que terá de foram calculadas nos concursos.
Os 5,6 mil milhões de euros acima referidos são a soma dos gastos nos próximos trinta anos, a preços correntes de cada ano. Ou seja, trata-se do valor nominal dos gastos com as quatro PPP - incorporando o efeito esperado da inflação.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

Tribunal de Contas arrasa Parcerias Público-Privadas

Apesar do atraso nos concursos nos hospitais a construir e gerir por parcecias público-provadas (PPP), que já soma mais de um ano em relação às últimas previsões, a Estrutura de Missão entretanto criada já conseguiu gastar 10,2 milhões de euros, dos quais 8,4 milhões em "estudos, pareceres e projectos de consultoria". É o que diz o relatório do Tribunal de Contas, que estende as críticas à única gestão privada dum hospital público, o Amadora/Sintra. Leia aqui o artigo do "Público".