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quarta-feira, 16 de abril de 2008
Falta de médicos suspende urgências
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Publicado por
André
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11:57
Labels: "profissionais de saúde", campanha, Recursos Humanos, sns, Urgências
quinta-feira, 10 de abril de 2008
preço da interioridade?
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Publicado por
André
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17:24
Labels: Recursos Humanos, Urgências
sábado, 5 de abril de 2008
Utentes manifestam-se por todo o país contra política de saúde
Dezenas de comissões e movimentos de utentes manifestam-se este sábado um pouco por todo o país contra a política de Saúde de Governo e em defesa de um Sistema Nacional de Saúde (SNS). Para esta acção nacional de luta são esperadas cerca de 70 acções que incluem a distribuição de documentos, manifestações e desfiles, sendo que dezenas de movimentos de todo o país já confirmaram a sua adesão.
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Publicado por
Luís Branco
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07:57
Labels: sns, taxas moderadoras, Urgências
domingo, 23 de março de 2008
Em Anadia, aguarda-se por uma decisão
José Afonso, administrador do Hospital José Luciano de Castro, espera uma decisão final para saber o que fazer das instalações das urgências
Benavente não aceita fecho do SAP
In Público, 23 de Março de 2008
sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008
População de Estarreja contra reestrutração
A Comissão de Utentes do Hospital de Estarreja não está de acordo com a não integração desta unidade na rede de urgências básicas, pelo que vai organizar um protesto no prazo de 15 dias para lembrar à ministra da Saúde a existência de um grande complexo químico na área de intervenção do hospital, o que, por si só, justificaria a manutenção de uma urgência no local.
Notícia completa no JN
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008
lembraram-se agora...
Ministra diz que antes de fechar urgências é preciso reforçar centros de saúde
In Publico, 14.02.2008
A nova ministra da Saúde, Ana Jorge, não quis ontem falar sobre uma eventual "desaceleração" da reforma das urgências. Num rápido périplo por várias unidades de saúde do Norte, escusou-se com firmeza a falar sobre encerramentos de serviços, apesar de garantir que "a breve prazo" se pronunciará sobre a polémica matéria.
Mas deixou pistas sobre o que tenciona fazer. Sublinhou que primeiro é preciso reforçar a rede de cuidados de saúde primários - de forma a que as pessoas tenham médicos de família e consultas nos centros de saúde "quando necessitam" - e que é indispensável que "deixem de sentir insegurança por não terem os atendimentos que habitualmente tinham". É preciso ter respostas para que "as pessoas se sintam seguras e não tenham de recorrer às urgências", sintetizou, no final de uma visita a uma unidade de saúde familiar (USF) de Ponte de Lima.
Se quanto à reestruturação da rede de urgências foi parca em palavras, já a propósito da reforma dos cuidados de saúde primários não poupou declarações. Deixou claro que não vai "voltar atrás" na criação das USF e que até vai tentar superar a meta das 150 até ao final do ano (actualmente estão a funcionar 105), porque estas equipas com autonomia nos centros de saúde são um "ponto-chave" para a reforma do SNS.
(...)