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quarta-feira, 16 de abril de 2008

Falta de médicos suspende urgências

Os hospitais portugueses estão a debater-se com uma crescente falta de médicos ao nível das urgências. Em alguns casos, "os hospitais chegam a ter de suspender a urgência em determinadas especialidades, durante uma semana a 15 dias, por falta de médicos, sobretudo no Verão", disse Correia da Cunha, director clínico do Hospital de Santa Maria. A falta de recursos humanos é um problema que a própria ministra da Saúde, Ana Jorge, reconhece, apontando requalificação como solução.

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quinta-feira, 10 de abril de 2008

preço da interioridade?

A falta de médicos no Hospital de Beja impede que a Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) esteja permanentemente operacional. Segundo apurou o DN, "desde o início do mês de Abril, no período entre as 08.00 e as 16.00, o veículo esteve parado devido à falta de profissionais".

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sábado, 5 de abril de 2008

Utentes manifestam-se por todo o país contra política de saúde

Dezenas de comissões e movimentos de utentes manifestam-se este sábado um pouco por todo o país contra a política de Saúde de Governo e em defesa de um Sistema Nacional de Saúde (SNS). Para esta acção nacional de luta são esperadas cerca de 70 acções que incluem a distribuição de documentos, manifestações e desfiles, sendo que dezenas de movimentos de todo o país já confirmaram a sua adesão.

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domingo, 23 de março de 2008

Em Anadia, aguarda-se por uma decisão

José Afonso, administrador do Hospital José Luciano de Castro, espera uma decisão final para saber o que fazer das instalações das urgências

Benavente não aceita fecho do SAP

A Câmara de Benavente tem recusado o fecho do SAP que funciona nesta vila ribatejana, considerando que essa medida só poderá ser equacionada quando estiver construído o novo hospital de Vila Franca de Xira - processo com algum atraso, que não deverá estar concluído antes de 2011. António José Ganhão, presidente da edilidade benaventense sublinha que a urgência do actual hospital de Vila Franca está completamente saturada e que não faz sentido sobrecarregá-la mais com os utentes do actual SAP. Por outro lado, o edil frisa que também não faria sentido obrigar os cerca de 27 mil habitantes do município a percorrerem mais de 30 quilómetros até ao hipotético SUB de Coruche, podendo depois ser obrigados a fazer mais 60 quilómetros no sentido inverso até à urgência hospitalar de Vila Franca. António Branco garante que, em qualquer dos casos, "quando o SUB do Sorraia for instalado, os SAP de Benavente e de Coruche serão desactivados. É um mecanismo de substituição. Tem havido alguma polémica no fecho dos SAP, mas nenhum desaparece, são é substituídos por serviços mais capacitados", afirma, considerando que os actuais SAP não são serviços de urgência e que os novos SUB é que vão ter condições para oferecer um serviço de urgência de "qualidade".

In Público, 23 de Março de 2008

sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

População de Estarreja contra reestrutração

A Comissão de Utentes do Hospital de Estarreja não está de acordo com a não integração desta unidade na rede de urgências básicas, pelo que vai organizar um protesto no prazo de 15 dias para lembrar à ministra da Saúde a existência de um grande complexo químico na área de intervenção do hospital, o que, por si só, justificaria a manutenção de uma urgência no local.

Notícia completa no JN

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

lembraram-se agora...

Ministra diz que antes de fechar urgências é preciso reforçar centros de saúde
In Publico, 14.02.2008

A nova ministra da Saúde, Ana Jorge, não quis ontem falar sobre uma eventual "desaceleração" da reforma das urgências. Num rápido périplo por várias unidades de saúde do Norte, escusou-se com firmeza a falar sobre encerramentos de serviços, apesar de garantir que "a breve prazo" se pronunciará sobre a polémica matéria.
Mas deixou pistas sobre o que tenciona fazer. Sublinhou que primeiro é preciso reforçar a rede de cuidados de saúde primários - de forma a que as pessoas tenham médicos de família e consultas nos centros de saúde "quando necessitam" - e que é indispensável que "deixem de sentir insegurança por não terem os atendimentos que habitualmente tinham". É preciso ter respostas para que "as pessoas se sintam seguras e não tenham de recorrer às urgências", sintetizou, no final de uma visita a uma unidade de saúde familiar (USF) de Ponte de Lima.
Se quanto à reestruturação da rede de urgências foi parca em palavras, já a propósito da reforma dos cuidados de saúde primários não poupou declarações. Deixou claro que não vai "voltar atrás" na criação das USF e que até vai tentar superar a meta das 150 até ao final do ano (actualmente estão a funcionar 105), porque estas equipas com autonomia nos centros de saúde são um "ponto-chave" para a reforma do SNS.

(...)