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terça-feira, 20 de maio de 2008

irracionalidade...

Até 2009 haverá até 25 unidades de saúde privadas Mais um hospital privado abriu ontem as portas em Lisboa naquilo que promete ser uma tendência imparável no panorama da saúde portuguesa. Ao Hospital dos Lusíadas, da HPP ( Grupo Caixa Geral de Depósitos) deverá seguir-se a abertura de mais 20 a 25 unidades hospitalares privadas até 2009, de acordo com as intenções já manifestadas pelos diferentes operadores privados. Isto sem contar com o projecto Casa da Saúde que, a partir do momento em que for licenciado, deverá alterar substancialmente o cenário, sobretudo nos cuidados continuados, com unidades em todas as capitais de distrito.

Notícia Completa no DN

terça-feira, 13 de maio de 2008

vendo bem...

A estratégia da HPP é um pouco autofágica: este grupo empresarial, que tem como um dos principais accionistas a CGD (que por sua vez, é detida pelo Estado), continua a investir em grande para competir com o sector público no SNS...
este é só mais um exemplo

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Faltam é regras claras para acabar com a promiscuidade entre público e privado

Pedro Nunes, bastonário da Ordem dos Médicos defendeu hoje que a gestão e "a falta de sensibilidade" da anterior equipa do Ministério da Saúde acabou com aspectos que "prendiam os médicos na função pública, mesmo contra os seus interesses económicos".

Notícia Completa no Público


sexta-feira, 18 de abril de 2008

Ordem para cortar pessoal chega aos hospitais do SNS

O Ministério da Saúde deu ordens aos hospitais do Serviço Nacional de Saúde (SNS) para iniciarem procedimentos com vista à aplicação do regime de mobilidade especial, mas a administração do S. Teotónio recusa “dispensar” pessoal.

Notícia completa

quarta-feira, 16 de abril de 2008

Falta de médicos suspende urgências

Os hospitais portugueses estão a debater-se com uma crescente falta de médicos ao nível das urgências. Em alguns casos, "os hospitais chegam a ter de suspender a urgência em determinadas especialidades, durante uma semana a 15 dias, por falta de médicos, sobretudo no Verão", disse Correia da Cunha, director clínico do Hospital de Santa Maria. A falta de recursos humanos é um problema que a própria ministra da Saúde, Ana Jorge, reconhece, apontando requalificação como solução.

Notícia Completa

sexta-feira, 11 de abril de 2008

Faltam Médicos de Família em Benavente

A falta de médicos no Centro de Saúde de Benavente vai levar o presidente da Câmara Municipal de Benavente, António Ganhão, a pedir uma reunião com carácter de urgência à Administração Regional de Saúde.
A garantia foi dada pelo autarca na última sessão de câmara realizada na segunda-feira, 7 de Abril. O Centro de Saúde de Benavente tem apenas três clínicos aos serviço, quando já chegou a ter o dobro, garantiu o autarca que se reuniu com a directora da unidade de saúde para perceber as principais dificuldades.

Notícia completa

domingo, 30 de março de 2008

Profissionais de Saúde alertam para risco de partidarização de agrupamentos de centros de saúde

In Público, 30 de Março de 2008

Centenas de médicos, enfermeiros e administrativos das unidades de saúde familiares estão a subscrever um manifesto de protesto face ao processo de designação dos directores executivos dos agrupamentos de centros de saúde (ACS), que consideram abrir portas à "partidarização" da rede de cuidados de saúde primários.
No manifesto, que circula numa mailing list, os signatários lembram que, decorrido um mês desde a publicação do decreto-lei que cria os ACS, as distritais e as concelhias do PS de todo o país "já se insinuam num processo tão frenético quanto subterrâneo de tentativa de imporem às ARS os respectivos directores executivos". "Não os melhores, mas os mais devotos e obedientes", enfatiza o manifesto, acrescentando que "a partidarização dos ACS constituirá uma monumental asneira, seguramente a evitar".
O Decreto-Lei n.º 28/2008, de 22 de Fevereiro, estipula que os novos ACS que irão substituir as sub-regiões de saúde funcionarão com autonomia administrativa, integrando vários centros de saúde e podendo agrupar entre 400 e 900 profissionais. Cada ACS terá um director executivo designado pelo Ministério da Saúde (MS), sob proposta da respectiva Administração Regional de Saúde. Um dos problemas apontados no manifesto é que os critérios de designação do director executivo estipulam apenas que este deve possuir licenciatura, formação em administração ou gestão, preferencialmente na área da saúde, e competência demonstrada no exercício, durante pelo menos três anos, de funções de coordenação e gestão de equipa, planeamento e organização.
"São critérios vagos e que promovem a pouca transparência deste processo, sobretudo se já começam a ser conhecidos convites por parte das ARS cuja lógica é a dos empregos partidários", insurgiu-se um médico que preferiu o anonimato e para quem "este processo ameaça fazer abortar uma reforma que se quis transparente e feita com o envolvimento de todos os profissionais".
Manifestando preocupações semelhantes, o BE questionou anteontem o MS sobre os critérios genéricos estabelecidos na lei quanto à nomeação dos directores executivos das novas unidades de saúde. O BE exigiu ainda saber que orientações deu o Governo às ARS relativamente à selecção e nomeação daqueles responsáveis.
Ao PÚBLICO, o deputado e médico João Semedo disse temer que a administração dos ACS fique "fortemente governamentalizada", até porque caberá ao director executivo nomeado pelo MS escolher o presidente do conselho clínico. Já o terceiro elemento será nomeado por indicação das câmaras municipais.
"Estes lugares geram grandes apetites nos aparelhos partidários e, conhecendo-se a avidez que o aparelho partidário do PS tem pelos lugares do Estado, ficamos seriamente preocupados", declarou o bloquista, para quem "os critérios são tão vagos que abrem a possibilidade de os cargos serem ocupados, não por médicos, mas por simples burocratas".