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terça-feira, 20 de maio de 2008
irracionalidade...
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11:51
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BE quer conhecer balanço do acordo ADSE/Hospital da Luz
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quarta-feira, 14 de maio de 2008
A reforma dos Cuidados Primários avança
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Privado é sinónimo de qualidade?
In Público, 14 de Maio de 2008
terça-feira, 13 de maio de 2008
vendo bem...
A estratégia da HPP é um pouco autofágica: este grupo empresarial, que tem como um dos principais accionistas a CGD (que por sua vez, é detida pelo Estado), continua a investir em grande para competir com o sector público no SNS...
este é só mais um exemplo
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15:25
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segunda-feira, 12 de maio de 2008
Médico da MCSP é consultor da firma da qual ministério é cliente
O Bloco de Esquerda tomou conhecimento que um dos médicos nomeados para a Missão dos Cuidados de Saúde Primários (MCSP) iniciou, recentemente, funções como consultor da Alert Life Sciences Computing, SA, precisamente na área do desenvolvimento de software para os cuidados de saúde primários.
O referido membro da MCSP trabalha simultaneamente para o ministério da saúde e para a empresa com a qual o ministério tem uma estreita relação comercial, nomeadamente na área dos cuidados de saúde primários. Isto é, serve ao mesmo tempo quem compra e quem vende.
O deputado João Semedo quer que o Ministério da Saúde explique se concorda com a situação e se pretende manter em funções este membro da MCSP.
quarta-feira, 23 de abril de 2008
Faltam é regras claras para acabar com a promiscuidade entre público e privado
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17:16
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Concelho de Vila Franca de Xira tem mais de 30 mil pessoas sem assistência de médico de família
Público 23.04.2008
O órgão deliberativo exige a colocação dos médicos necessários nas quatro extensões e nos quatro centros de saúde do concelho e a rápida conclusão dos processos de construção das novas unidades de saúde de Vila Franca de Xira e da Castanheira do Ribatejo. Para hoje está marcada a assinatura do contrato-programa para a construção do novo Centro de Saúde vila-franquense, que contará com a presença da ministra Ana Jorge. A obra vai ser desenvolvida pela Câmara, a Norte da cidade, recebendo depois as verbas da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT) mediante a apresentação dos respectivos autos.
Uma das moções aprovada em sede de Assembleia Municipal considera que o impasse que tem rodeado a construção das novas instalações da extensão de saúde da Castanheira - iniciada há mais de sete anos e que deverá ser agora entregue a um terceiro empreiteiro, depois de sucessivos problemas - "evidencia preocupantes sintomas de desprezo e de desrespeito quer pelos profissionais de saúde que ali trabalham, quer pelos cidadãos". Exige, por isso, à ARSLVT "o imediato recomeço das obras da extensão de saúde da Castanheira, para que sejam abertas num curto espaço de tempo".
Outra moção sustenta que "há seguramente mais de 30 mil pessoas que não têm acesso a médico de família" no concelho de Vila Franca, onde vivem cerca de 140 mil habitantes.
Considerando que esta situação, "para além de acarretar muitos problemas às pessoas que não têm médico de família, contraria a própria Constituição da República e não se coaduna minimamente com o Portugal de Abril, a Assembleia Municipal vila-franquense decidiu, por unanimidade, reclamar a colocação dos médicos necessários nas unidades de saúde locais.
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terça-feira, 22 de abril de 2008
e quanto é que a ADSE vai pagar a estes?
O Hospital dos Lusíadas, do grupo Caixa Geral de Depósitos, abre a 19 de Maio em Lisboa com 220 médicos e 94 enfermeiros, na maioria oriundos do sector público da saúde, segundo o administrador.
Maldonado Gonelha, que já foi ministro da Saúde, falava durante a apresentação do próximo hospital do grupo HPP Saúde: o Hospital dos Lusíadas, instituição que terá 160 camas e capacidade para 20 mil cirurgias por ano.
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sexta-feira, 18 de abril de 2008
Taxas moderadoras dão receita de 71 milhões de euros
Conforme refere a agência Lusa, citada pelo semanário Sol, as taxas moderadoras de cirurgia de ambulatório estão registadas e cobradas no módulo do Meios Complementares de Diagnóstico e Terapêutica (MCDT), tendo registado uma cobrança de 15,94 milhões de euros no ano passado.
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16:02
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Ordem para cortar pessoal chega aos hospitais do SNS
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quinta-feira, 17 de abril de 2008
SNS: que futuro?
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Pisco Contra-ataca
In Público, 17.04.2008
Em menos de 24 horas, a ministra da Saúde, Ana Jorge, passou de um pedido expresso de colaboração aos membros da Unidade de Missão para os Cuidados de Saúde Primários para a aceitação da demissão de oito dos 12 elementos que integram aquela unidade. Oficialmente, ninguém avança razões para este volte-face da ministra, mas o PÚBLICO apurou que na origem da decisão esteve uma tomada de posição do próprio coordenador nacional, Luís Pisco. Este responsável, que recuara na intenção de se demitir, voltou a confrontar a ministra com essa decisão, caso Ana Jorge mantivesse a confiança naqueles oito elementos da equipa, que já tornaram públicas as suas reservas sobre as reformas de que a unidade de missão está incumbida. "Desejaríamos que a unidade de missão continuasse unida e em condições de operacionalidade, mas isso não foi possível, pelo que cabe agora ao coordenador nacional apresentar a nova equipa nos primeiros dias da próxima semana", declarou o secretário de Estado da Saúde, Manuel Pizarro, deixando elogios aos membros demitidos.
O BE acusou a ministra de ter "apoiado o pior lado, o lado da contra-reforma". "A decisão significa dar luz verde para o aparelho do PS controlar as centenas de nomeações para os futuros agrupamentos de centros de saúde, operação para a qual a missão era um obstáculo", denuncia o deputado João Semedo. Por seu lado, o PSD quer Luís Pisco no Parlamento para explicar as razões que o levaram a recuar no pedido de demissão.
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10:36
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Então e as contas em atraso?
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quarta-feira, 16 de abril de 2008
Selecção Adversa
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Falta de médicos suspende urgências
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Estudo mostra que hospitais-empresa são mais eficientes
Público, 16 de Abril de 2008
"É mais uma peça de evidência para ir formando uma convicção. Os EPE introduziram alguma melhoria em termos de gestão, embora não muito pronunciada", comenta o especialista em economia da saúde Pedro Pita Barros, lembrando estudos anteriores que apontaram no mesmo sentido.
O Banco de Portugal quis avaliar os impactos da reforma do sector hospitalar público apenas sobre a eficiência técnica, sem considerar indicadores de qualidade ou de discriminação de acesso, analisando o desempenho relativo dos hospitais-empresa em comparação com os do SPA, antes e depois do processo de empresarialização, no período compreendido entre 2001 e 2005. A empresarialização iniciou-se no final de 2002.
Na amostra dos hospitais EPE analisados, 18 melhoraram a sua posição relativa, cinco mantiveram-na e quatro pioraram; já no grupo do sector público administrativo, foram 14 os hospitais que melhoraram, 14 os que não registaram variação e nove os que pioraram.
domingo, 13 de abril de 2008
A reforma vai bem e recomenda-se...
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21:32
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sexta-feira, 11 de abril de 2008
As PPP revelam-se
há umas semanas anunciava-se que as PPP iriam poupar ao estado 777 milhões, mas afinal parece que alguém mudou de ideias...
Governo orçamenta PPP na saúde com almofada de 982 milhões de euros
Jornal de Negócios, 11 de Abril de 2008
Os custos que o Estado terá nas quatro parcerias público-privadas (PPP) já lançadas para a construção e gestão de novos hospitais (Cascais, Braga, Vila Franca de Xira e Loures) poderão ser bem mais altos do que o previsto nos concursos.
O Orçamento do Estado para 2008 estima em 5.557 milhões de euros os custos finais com estas PPP até 2038, mas esse valor ultrapassa em 982 milhões de euros as verbas que terá de foram calculadas nos concursos.
Os 5,6 mil milhões de euros acima referidos são a soma dos gastos nos próximos trinta anos, a preços correntes de cada ano. Ou seja, trata-se do valor nominal dos gastos com as quatro PPP - incorporando o efeito esperado da inflação.
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